sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Janela (28/12/2012)

A cor do dia vai embora, e então chega a noite fria e sonora
as vezes triste e chorosa, me lembrando você.
Sentindo o vento acariciar minhas costas decido abrir mais um pouco
a janela, pra ver se de repente junto com o vento sinto mais uma vez
o seu toque.
Chega tudo agora pela janela, vem a solidão, vem mais um pouco de tristeza,
um tantinho de vazio, e um bocado de saudade, uma porção caprichada de você.
Eu fecho a janela, decido dormir, viro pra um lado e pro outro, o vento lotou
o meu quarto de tudo lá de fora, só ainda não encontrei perdido por entre o meu cobertor e o meu travesseiro, o sono.

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