segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Aperto

Sinto uma agonia por toda minha mente, eu tenho vontade de inúmeras coisas
e de diversas atitudes imediatistas, eu choro, penso, abstraio e paro, tudo vai
crescendo.
O coração fica apertado, os olhos quase já não enxergam, apenas lacrimejam
tentando limpar palavras que não querem se apagar. Malditas lembranças, elas
aparecem no momento mais importuno e fura a alma, aperta a razão e deixa
o coração sangrando, dilacerado e frágil, como uma rosa, mas é bem lembrado
que as rosas não falam.